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Dica de Filme: UM CAMINHO DE LUZ

30, setembro 2010

“Um Caminho de Luz” (título original “Camino”) é baseado na história real de Alexia González-Barros. No filme, a menina ‘Camino’ descobre seu primeiro amor ao mesmo tempo em que se vê frente a uma doença terminal.

O drama não fica por ai. A obra é uma dura critica a vertente da igreja católica mais radical, especialmente a Opus Dei. Em meio a inocência da garota, com 13 anos e cheia de sonhos, está sua família que tenta claramente tornar seu sofrimento um exemplo para suas crenças. A instituição tenta servir-se desse sofrimento para torná-la mártir e beatificá-la. É duro de imaginar.

O roteiro e até o nome da personagem (Caminho) é cheio de metáforas inteligentes e duplos significados, todos em prol do debate sobre esse fundamentalismo exacerbado em que a Espanha está mergulhada. O filme é emocionante e as interpretações, principalmente de Camino, são sensíveis e fortes! Vale cada minuto!

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From → Dicas de Filmes

16 Comentários
  1. ademilson gazola permalink

    http://www.acidigital.com/noticia.php?id=14465
    Familiares deploram filme que manipula história de menina em processo de beatificação
    Os irmãos da menina Alexia González-Barros e González, cuja causa de beatificação se encontra em marcha, dirigiram uma carta ao cineasta espanhol Javier Fesser em que protestam por manipular a história da menor e caricaturar a atitude da família ante seu falecimento ocorrido em 1985.
    Alexia, filha menor de uma família pertencente ao Opus Dei, morreu com fama de santidade logo depois de vários meses de luta contra o câncer. Fesser usou sua história, sem o consentimento da família –a que nunca contatou para procurar informação-, em seu novo filme titulada “Caminho”. A cinta foi apresentada no recente Festival de São Sebastián, onde não obteve prêmio algum, e será estreada em meados de outubro na Espanha.
    O filme, que Fesser argui é “pura ficção” apresenta inequivocamente a história da menina e coloca que sua causa de beatificação é uma fraude. A cinta termina com uma dedicatória à memória da Alexia González-Barros e González.
    Alfredo González-Barros González, quem assina a carta aberta em nome de todos os irmãos de Alexia, dirige-se a Fesser. “Sentei-me a assistir a sua roda de imprensa no Festival de São Sebastián com um objetivo: queria ouvir como argumentava ante os jornalistas que nunca entrou em contato conosco e por que não atendeu a nossa petição formal de que retirasse de seu filme a referência explícita a Alexia”, sustenta.
    Em efeito, os familiares enviaram no passado uma carta ao cineasta e este respondeu que “nem da produtora, nem da distribuidora utilizamos nunca nem pensamos utilizar o nome de Alexia, nem fazer referência a ela ou a seu processo de beatificação como parte da publicidade do filme”. Entretanto, sim usou o nome da menina.
    O irmão deplora que o cineasta tenha declarado à imprensa que a cena do filme em que se apresenta à família aplaudindo ante a morte da protagonista, “produziu-se na realidade quando morreu Alexia”.
    “Doeu-me na alma pelo injusto e terrível de tal asseveração”, indicou.
    “Não deveria fazer falta que lhe diga que minha irmã Alexia não morreu rodeada de aplausos. Morreu rodeada de carinho. Carinho de seus seres queridos: pais e irmãos e com o silêncio respeitoso das enfermeiras, doutores e doentes que motu próprio se aproximaram da habitação da Alexia”, lembrou.
    O irmão adicionou que a menina “morreu enquanto tentávamos engolir as nossas lágrimas, porque –não se esqueça- para nós era um verdadeiro drama o pensar em ter que suportar sua perda”.
    “Já vê que atitude tão pouco original. Uma grande pena pela perdida de um ser muito querido. E é verdade que o grande pesar de sua perda só se adoçava pelo convencimento íntimo de que Alexia tinha deixado de sofrer e estava no céu.
    Reconheço que essa é a vantagem de ser crentes”, indicou.
    Do mesmo modo, precisou que graças a ser crentes, “meus irmãos e eu pudemos conviver e dialogar com pessoas que pensam de outro modo: educaram-nos assim”.
    Finalmente, roga ao cineasta “que retifique publicamente sua asserção –que quero acreditar fruto de um grave engano inocente por sua parte- de que os pais e irmãos da Alexia se despediram de sua filha e irmã com um aplauso. É demencial chegar a pensá-lo e inaudito que aceitássemos de ninguém tal atitude para a Alexia”.
    Por sua parte, o crítico de cinema e diretor do Departamento de Cinema da Conferência Episcopal, Juan Orellana, declarou à La Razón que o filme de Fesser tem como “primeira intenção” apresentar o processo de beatificação da Alexia como uma fraude. “Fesser decide que isso não pode ser, que há engano no assunto, embora seja involuntário, e que o Opus Dei utilizou a esta garota para inventar uma Santa que desse impulso a sua instituição. Então tece uma história de ficção, em torno de uma menina chamada Caminho –como o famoso livro do fundador do Opus Dei. Fesser nos oferece um patético esboço de um medo à morte não resolvido, de uma incompreensão nada inocente de uma visão cristã da vida, da enfermidade e da morte, e um rechaço agressivo para aquilo que não compreende: o ódio à diferença”, indicou.
    A história da Alexia
    Alexia González-Barros e González nasceu em Madri em 7 de março de 1971. Era a filha mais nova de sete irmãos. Seus pais, Francisco e Moncha, educaram-na desde pequena em um clima de liberdade, carinho e alegria.
    Foi uma menina normal e divertida. Fez sua Primeira Comunhão em 8 de maio de 1979 em Roma, junto ao lugar onde repousam os restos de São Josemaria Escrivá de Balaguer, a quem tinha muito carinho e devoção.
    Ao dia seguinte de sua Primeira Comunhão, em 9 de maio de 1979, aproximou-se de João Paulo II durante uma audiência pública no Vaticano. O Papa a benzeu e lhe deu um beijo na frente.
    Levou uma vida normal, estudava, fazia planos com seus amigas, veraneava com sua família e seus avós. Teve a oportunidade de peregrinar com seus pais e seus irmãos a Terra Santa. Esteve em Belém, onde cumpriu um de seus grandes sonhos: beijar o lugar onde nasceu Jesus.
    Em fevereiro de 1985, lhe detectaram um tumor maligno que a deixou paralítica em muito pouco tempo. Tinha somente 13 anos de idade. Foi submetida a dolorosos tratamentos e quatro intervenções cirúrgicas em só dez meses.
    Tudo o encarou com paz e alegria. Aceitou sua enfermidade do início e ofereceu seu sofrimento pela Igreja, o Papa e outros.
    Faleceu em Pamplona, rodeada por sua família, em 5 de dezembro de 1985.
    Sua causa de beatificação foi introduzida na arquidiocese em 1993 e atualmente se encontra em Roma.

    • Primeiro eu gostaria de saber onde no começo do filme a menina chamada ‘ CAMINO ‘ estava , e eu quero fala que eu adorei demais o fimel não paro de pensar nele a cada minuto que passa eu lembro lembro e lembro eu me apaixonei derepente pelo filme , eu quero que faça um livro dele apesar de eu só ter 11 anos eu amei demais , em cada segundo que passa eu não paro de pensar no filme não sei porque mais eu me apaixonei choro aa sempre quando Lembro mais , oque importa e que a menina Alexia está bem com Deus isso que importa . Estão de parabens quem fez esse filme amei amei e não me canso de fala meu nome é Lilian eu tenho 11 anos , e eu simplismente amei s2

    • esqueçi de fala , esse é o melhor filme que eu assisti em toda minha vida s2

  2. eu queria saber como era o nome da garota verdadeiro e se ela ainda existe que eu eria correndo para eu aconhece-la porque ela e imprecionante e gentil e bonita queria ser amiga dela sou evangelica tanbem mais sera que ela existe e quantos anos ela tem agora mim mandem essa resposta por esse imail porfavor.

    • Josiani permalink

      Ariana, no filme e na “vida real” a menina e sua familia são católicas e, não evangelicas.

  3. bom, o filme tem uma historia exelente, indiquei pra todos meus amigos… agora se essa historia tem umas farças isso nao sei dizer só sei q chegou ao seu ponto maximo pois envolveu e emocionou a todos quem o viu… e recomendarei a mto mais pessoas q queiram se emocionar com uma historia envolvente e dramatica

  4. Cristiano Henrique permalink

    Acabei de assistir o filme e posso afirmar uma coisa: o filme é maravilhoso. Chorei do início ao fim. A energia da garota, seu sorriso, significam muito mais do que eu esperava e a muito tempo não via.

  5. lorraine permalink

    eu chorei em todas as vezes q vi o filme, ele é tdb kkkkkkkk

  6. nunca chorei tanto por um filme!!!!!lindo e muito triste……………

  7. lais e tamires permalink

    o filme foi maravilhoso so foi muito triste pois a menina passa por cirurgias e nao melhora.e para acabar ela morre no final.mas esta relacionado a vida pois temos saude e nao agradecemos a deus .porque nao damos valor.um abraço de mim e da minha irman.que deus abençoe.

  8. silmatozo@hotmail.com permalink

    sendo ou não

    uma historia torcida o filme como entretedimento é bom é de chorar
    na verdade o diretor mostra não acreditar na fé mais sim na realidade humana de uma menina
    eu vi mais não vejo de novo por ser um filme muito triste.

  9. Mas no filme o Jesus que a menina fala varias vezes é o garotinho e não Jesus filho de Deus. Fica algo extranho, pois todos acham que ela esta falando de um Jesus mas é de outro. No final quando estão todos no quarto ela esta vendo o menino e todos acreditam ser Jesus cristo. O pai da garota percebe isso, quando conhece Cuco (Jesus) na confeitaria, mas infelizmente, acho eu, não consegue levar a carta que ela tanto esperava, do Jesus que ela muitas vezes se referia. Porém essa história poem em duvida a verdadeira menina Alexia, isso eu não gostei, pois a escritora, não buscou a familia da garota, para saber como tudo aconteceu, apenas criou tudo.

  10. Josiani permalink

    O filme foi apenas baseado em fatos reais. O escritor adaptou de uma forma que “talvez” fosse mais atraente para o cinema.

  11. azulina permalink

    Aléxia viveu como uma verdadeira cristã católica, amou o Santo Padre o Papa e a 1º Igreja fundada pelo próprio Jesus, amou a sua família e por meio da força do espirito Santo está em processo de beatificação, pois soube sofrer como uma cristã católica autêntica. Se os familiares que ela tanto amou e aprendeu deles a fé cristã católica apostólica romana não aprovaram o filme, então… pode até ser bonito, porém não se pode distorcer uma história.

  12. Maria permalink

    As Entrelinhas do Filme “Um Caminho de Luz”
    Por Maicon Reinaldo Medeiros Graeff
    Seminarista da Diocese de Novo Hamburgo – R.S.

    Há alguns anos atrás foi lançado um filme na Espanha sobre uma jovem adolescente que vive, adoece e morre santamente. O longa-metragem chegou ao Brasil no ano passado (2010) com o título de “Um Caminho de Luz”, que dá como nome à personagem principal “Camino”. Em geral, a história mostrada é comovente e exemplar. Um dos fatos que chama a atenção é uma frase de Camino ao homem que vai à sua casa consertar a máquina de lavar: “o senhor sabia que pode ser santo consertando máquinas?”. Ora, nascida numa família católica assídua e, inclusive, invejável, a menina não poderia dar melhor exemplo.
    Com o passar do tempo, Camino naturalmente cresce, mas desenvolve uma doença grave que, aos poucos, vai deixando-a imóvel. Mesmo doente, suas práticas de piedade são mais vigorosas do que nunca: um intenso amor aos sacramentos, devoção ao seu anjo da guarda – ao qual põe o nome de Hugo – oração intensa e pequenas renúncias diárias.

    Mostra o filme que Camino é uma menina amável e virtuosa. Apaixona-se por um menino chamado Jesus, mas, devido à doença, acaba desiludida. Tem um pai ausente por causa do trabalho e uma mãe extremamente escrupulosa e insensível. Dentre as façanhas da mãe, destaca-se que tenha escondido cartas de um namorado da irmã de Caminho, Maria José, para que esta acreditasse que ele não mais a amava e, por isso, aceitasse que sua vocação era ser numerária auxiliar do Opus Dei, prelazia pessoal da qual a mãe também participava.

    A partir disso, o filme desenlaça-se com o agravamento da doença de Camino e com o esmero do cuidado de seus familiares, ainda que de forma um tanto quanto estranha. Entre fanatismos religiosos da mãe e docilidades heróicas por parte da menina, o filme, ao mesmo tempo em que comove, angustia. Comove porque a história, BASEADA em fatos reais, é linda. Angustia porque não é fiel aos fatos e, inclusive, afronta a Igreja Católica que, mais uma vez, é culpada de fanatismos que não prega.

    A verdadeira história de Camino, que na verdade se chama Aléxia, encontra-se no livro “Aléxia, uma história de dor, coragem e alegria”, editado pela Quadrante, 1993 de Miguel Angel Monge. Curiosamente, Camino, palavra espanhola, quer dizer Caminho, em português, o nome do primeiro livro de São Josemaría Escrivá, fundador do Opus Dei. Coincidência?

    Em suma, quando o filme se pronuncia sobre a personalidade da menina, é fiel, exceto num detalhe importante: o Jesus que Aléxia amava era a segunda pessoa da Santíssima Trindade, e não o menino da escola. A paixão inserida no filme provavelmente deve ter sido um truque da produção para incrementar a história ou, na pior das hipóteses, para esvaziar a santidade e vida interior de Aléxia. Moncha, a mãe da menina é membro do Opus Dei, mas não é essa máquina insensível que o filme mostra. O livro, inclusive, deixa a impressão de que Moncha também viveu uma vida de santidade.

    Neste artigo, apenas esclarecer-se-á alguns detalhes, não todos. Maria José, irmã de Aléxia, é sim numerária auxiliar do Opus Dei, mas não é fruto de uma desilusão amorosa provocada por Moncha. Quando visita a irmã no hospital, trata de cuidá-la com todo o esmero e carinho possível e não fica lendo livros como mostra o filme. Todos aqueles incrementos de não pegar táxi e andar com pedras nos sapatos, por exemplo, a biografia não conta.

    Quanto ao pai, de fato, precisa trabalhar, mas quem consegue pagar os custos de um hospital sem ter de onde tirar o dinheiro? Contudo, sempre que estava com Aléxia, se mostrava amoroso e atencioso. Mesmo as brigas e discussões entre Moncha e seu esposo não são verdadeiras. Também a preferência da menina pelo pai em relação à mãe não é fidedigna.
    Aléxia tem mais irmãos que sempre estão presentes com ela no hospital.

    Com referência à Moncha, o monstro pintado pelo filme, na realidade é um anjo. Ela nunca disse que Aléxia é um empréstimo de Deus. Disse sim, que sua filha não era um prêmio (porque prêmios são merecidos!), mas um presente de Deus a ela. É uma diferença sutil, mas que inverte a situação.

    Por fim, cabe-se salientar que Aléxia morreu sim, com fama de santidade, mas isso não foi fruto de mero interesse por parte de um padre do Opus Dei para que a prelazia tenha mais um santo reconhecido. Não é preciso. Aléxia cativava por si só.

    Bom, ficam ainda duas sugestões ao leitor: ler o livro – é pequeno, mas esclarecedor e apaixonante – e conhecer o trabalho do Opus Dei para ter a certeza de que não se trata de fanatismos religiosos. Por que dar crédito a um filme que trata-se de ficção – embora baseado nos fatos – e não acreditar na biografia de Aléxia, autorizada pela família? É uma pena que algumas pessoas pensem que é sempre a Igreja Católica que está errada, até mesmo nós, católicos…

    http://www.lumengentium.com.br/2011/02/as-entrelinhas-do-filme-um-caminho-de.html

  13. João Pereira permalink

    O que importa nesse filme é que ele é lindo e emocionante.Se dizem que não condiz com a realidade não tem problema,todos conhecedores de história sabem que a igreja católica fez coisas terríveis a sociedade desde a sua criação-hoje nem tanto porque a sociedade não aceita mais.Até inventaram um santo na Lua matando dragão,porque não haveriam de usar o sofriento dessa menina para beneficio propio?

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